Atualmente, temos em nosso país uma série de mudanças significativas no quesito desenvolvimento econômico.
Dados do IBGE apontam nossa economia como à sétima (07ª) do mundo (PIB), mas em compensação somos a quadragésima quarta (44ª) economia (PNB) com dedução de impostos e tributos. É um engano da população a internalização de produtos estrangeiros como se fossem nacionais, acreditando que a montagem e confecção de produtos em solo brasileiro faça o produto ser brasileiro. Para esses casos a uma cobrança chamada royalt (valor pago ao detentor de uma marca, patente, processo de produção, produto ou obra original pelos direitos de sua exploração comercial), que deixa evidente que esses produtos só têm sua produção em solo nacional, mas estão longe de serem nacionais.
Nesse ultimo mês (Fev/2011), o Brasil bateu o recorde em arrecadação fiscal. E para onde vai tudo isso? Para a educação sabemos que não, pois além da baixa remuneração do educador, as condições que estão sendo apresentadas as Escolas públicas (municipais, estaduais e federais) são catastróficas, pois ainda temos alunos estudando em Escolas de lata (containers) e a precariedade de recursos enviados as Escolas, seja nos matérias didáticos ou ainda na própria merenda escolar (que é um direito!) é vergonhoso. Sabemos que para a saúde pública também não é! Pessoas morrem todos os dias (em grande número) em filas de espera que chegam a durar dias, meses e até anos. Também temos a falta de médicos e todo o corpo de enfermagem, sem contar a infraestrutura de postos de saúde e de hospitais que fica muito a desejar quase que sem exceção.
Então, a população clama por socorro, pois foi com o passar dos anos culturalmente difundida a idéia de que o que é público é de graça, mas sabemos (e como sabemos) que não. Em um país que se paga impostos de primeiro mundo, temos a obrigação de exigir das autoridades públicas um retorno em serviços de também primeiro mundo.
A população esta cansada de trabalhar pelo Brasil, produzir pelo Brasil, sem que o mesmo de um retorno digno de nossa crença no país. Até quando nós brasileiros vamos pagar tributos e impostos e não vamos ter um retorno justo daquilo que pagamos?
Enquanto as autoridades não tiverem realmente uma postura de um país desenvolvido para com os contribuintes, além de pagar impostos e tributos, nossos velhos conhecidos, continuaremos a pagar o pato, o que também já nos acompanha a muitas e muitas gerações.
Bruno Ingrassia
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